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Como eu não notei antes? “The rip”, nova música de trabalho do Portishead, extraída do álbum “Third”, tem tudo a ver com o Radiohead! Thom Yorke percebeu primeiro, claro, e já aparece cantando a canção no YouTube:

Além disso, o grupo tocou música inédita este fim de semana num show em Dublin, “Super collider”:

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Outra faixa de “Third” (leia aqui a crítica), o novo álbum do grupo:

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Do novo álbum do Portishead, “Third”:

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O Portishead foi uma das melhores coisas dos anos 90. Ficaram dez anos sem gravar, o que elevou demais a expectativa em torno de seu novo álbum, “Third”. E ela não foi atendida. O trabalho não tem nenhuma canção memorável, que lhe dê vontade de ouvir de novo. As novas músicas são despretensiosas, mais cruas, minimalistas, depressivas como suas predecessoras, mas desinteressantes e sem aquela sensualidade esquisita do passado. Ainda assim, você identifica de cara que é Portishead, e eles merecem respeito. Não é ruim; apenas não é lá grande coisa. Faixa a faixa:

1. Silence: Começa com uma voz dizendo, em português, que “você só ganha o que você merece”. Canção sobre perda e frustração. Eles continuam deprimidérrimos. Mas o som é um pouco mais cru e menos estiloso do que nos álbuns anteriores. Não impressiona.

2. Hunter: O desejo de morrer, embalado ao som de violão. Bonita e etérea como muitos imaginam a morte.

3. Nylon smile: Algumas pessoas não conseguem ser felizes nem quando encontram o amor de suas vidas. É o caso da narradora desta letra. Passável.

4. The rip: Bonita e atípica no trabalho deles. É quase que apenas voz e um violão econômico. A discreta percussão e sons eletrônicos como os do Air entram apenas do meio pro final.

5. Plastic: Beth Gibbons não consegue enganar ninguém quando canta que a vida sempre a quer. Mas canta com aquela beleza que é só dela, de quem vai se matar a qualquer instante.

6. We carry on: Tem uma tensão interessante. Quando entra a guitarra, soa como rock alternativo dos anos 80.

7. Deep water: Música muito bonitinha, melódica, minimalista, encantadora… Sobre uma nova tentativa de suicídio. Desta vez, ela acredita que vai conseguir se deixar afogar. Faixa muito interessante, pelo contraste entre a doçura da música e o teor sinistro da letra.

8. Machine gun: Primeiro single do álbum. Boa pelo vigor da percussão eletrônica, que fora muito discreta até aqui.

9. Small: Começa como algumas outras do álbum, monótona e sofrida, mas se torna hipnótica quando entra um duelo de órgãos pagãos. (agora eu caprichei, pode dizer! rs)

10. Magic doors: A única que empolga logo de cara. Mas você desanima ao se dar conta de que ela será igualzinha até o fim.

11. Threads: Aqui você se recorda de que eles já foram sensuais um dia, apesar de todo o baixo astral. Apenas uma vaga lembrança.

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