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Posts Tagged ‘Animação’

A Disney retoma ainda este ano seus longas de animação em estilo clássico, com desenhos feitos a mão, uma princesa como protagonista, números musicais e canções feitas para ganhar o Oscar. O filme A princesa e o sapo, que estreia em dezembro no Brasil, parece ter tudo isso, a julgar pelo trailer abaixo. Só faltou o romantismo, aparentemente.

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Up - altas aventuras

Filme: Up (EUA), 2009, de Pete Docter e Bob Peterson

A história em uma frase: Para escapar de um destino triste, velhinho americano usa milhões de balões de gás para voar – com casa e tudo! – rumo a um paraíso perdido na América do Sul, sem perceber que levou junto um garotinho.

Assista se… Você quiser ver um filme que o deixe feliz e leve no final.

O que faz valer seu tempo e dinheiro: 1) O roteiro, que emociona sem ser piegas, diverte sem ser idiota e conquista tanto adultos quanto crianças, como já é tradição nos filmes da Pixar. 2) Uma penca de personagens carismáticos. 3) A animação digital cada vez mais deslumbrante da Pixar. 4) O fato de ser um dos melhores desenhos animados da Disney nos últimos 20 anos.

Surpresa: Um idoso como protagonista de um desenho animado.

Cenas que ficam na memória: A casa voando, carregada por balões, e as cenas que recapitulam a vida do protagonista, Carl Fredricksen.

Pontos fracos: O filme não tem pontos fracos. Mas digamos que já está virando clichê da fórmula da Pixar os filmes terem como miolo uma sucessão de cenas de ação estonteante que parecem talhadas para fazer fortuna. De certa forma, isso é uma simplificação que não condiz com a inteligência dos roteiros do estúdio. Embora essas cenas sejam sempre boas, elas não são o melhor de filmes como Up – Altas aventuras e WALL-E.

Moral da história: No fim das contas, o que vale não é o que você possui, mas o que você carrega no coração e na cabeça.

No fim, a sensação é de que… A vida é bela, apesar dos pesares.

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A partir de 9/9, o público poderá usar o jogo Rock Band pra brincar de Beatles no Cavern Club ou no Ed Sullivan Show. Talvez você não goste de videogame ou de Beatles (!!!), mas vai gostar ao menos deste belo trailer do jogo, repleto de referências à banda nos mínimos detalhes. A direção é de Pete Candeland:

[Vi na RollingStone]

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Ele tem superpoderes. E orelhas enormes. É capaz de selar a paz entre árabes e judeus e de frear o aquecimento global. Ele salva gatinhos que não conseguem descer das árvores e quebra a cara dos piratas de perna de pau. Ele é o Super-Obama, desenho animado bem-humorado e absolutamente da JibJab.

Agora, falando do Barack Obama de verdade, que não faz nenhuma dessas coisas: não é curioso que um sujeito franzino e feinho, embora simpático, negro num país onde o racismo é grande, tenha se tornado ícone pop? Tudo vira produto nos EUA. A tal JibJab está até vendendo camisetas do Obama com a seguinte inscrição: “O meu presidente chuta o traseiro do seu presidente”. Cuidado! O vilão dessa história em quadrinhos é você.

Para ver o vídeo do Super-Obama, clique na imagem abaixo:

super-obama

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petergabrielsledgehammer

petergabrielsledgehammervideoNenhum videoclipe foi exibido tantas vezes pela MTV. Nenhum outro conquistou nove MTV Vídeo Music Awards. Poucos foram tão influentes, criativos e admirados. O vídeo de Sledgehammer, de Peter Gabriel, é um dos maiores clássicos desse formato. Passados 18 anos do seu lançamento, ele permanece encantador.

Um dos segredos do sucesso e da longevidade de Sledgehammer é o fato de ele ter sido todo feito de forma artesanal. Tudo o que se vê na tela é pura animação stop-motion, uma seqüência de centenas de takes estáticos com menos de um segundo de duração cada. Neste caso, o material que foi animado pela técnica inclui não apenas massinha de modelar, mas também pipoca, frutas, animais mortos, legumes, madeira, móveis, objetos diversos, pessoas reais, desenhos em giz sobre um quadro negro e até mesmo o corpo de Peter Gabriel.

O cantor não pôde cantar sua música normalmente diante da câmera. Como ele fazia parte dos quadros a serem animados, seus movimentos foram gravados detalhe por detalhe, como se ele também fosse um objeto inanimado. Isso gerou um efeito muito interessante, mas deu muito trabalho, tanto que Peter Gabriel costuma dizer que a gravação desse clipe foi uma das experiências mais dolorosas de sua vida.

Foram sete dias de filmagem. Para uma das cenas, Peter Gabriel teve que passar 16 horas deitado sob uma lâmina de vidro, com o rosto bem próximo a peixes que apodreciam rapidamente sob o calor dos refletores, tornando o ar quase irrespirável. Para a cena do quadro negro, seus cabelos foram esculpidos e reesculpidos com gel sucessivamente, para simular o efeito de movimento a bordo de um trem de montanha russa. Nuvens brancas foram pintadas e apagadas repetidas vezes sobre seu rosto, até que se obtivesse a ilusão de que elas atravessavam sua face como em um céu azul. Detalhe: para remover aquela tinta, era preciso esfregar bem.

Sem qualquer efeito digital, o videoclipe levou cerca de 30 dias para ficar pronto. A direção é de Stephen R. Johnson, mas a animação ficou a cargo da genial dupla de gêmeos norte-americana The Brothers Quay e dos talentosos jovens ingleses da Aardman Animation, incluindo Peter Lord e Nick Park, hoje mais famosos por terem dirigido Fuga das Galinhas e os filmes dos personagens Wallace & Gromit.

O clipe traz a influência de vários gênios das artes plásticas, sobretudo os surrealistas, mas não apenas eles. O céu azul a passar pelo rosto de Peter Gabriel remete a Renée Magritte, assim como a janela aberta no fim do vídeo. As imagens desenhadas com frutas e legumes são claramente inspiradas nas naturezas-mortas de Arcimboldo. Há desenhos abstratos que lembram muito o trabalho de Jackson Pollock. De ponta a ponta, vemos ecos de Salvador Dalí.

Outro aspecto notável é que o clipe ilustra de forma concreta, porém nonsense, as muitas metáforas da letra da música. A canção em si é cheia de imagens que remetem ao ato sexual (“Show me round your fruitcage / ‘Cos I Will be your honey bee / Open up your fruitcage / Where the fruit is as sweet as can be”) e a objetos fálicos e/ou penetrantes (“steam train”, “aeroplane flying”, “big dipper”, “bumper car bumping”). No entanto, a representação literal dessas figuras de linguagem no clipe – ainda mais sendo um trabalho de animação – dá um ar infantil ao vídeo, atenuando a carga sexual da canção. Mas que ninguém se engane: não é à toa que as primeiras imagens de Sledgehammer mostram espermatozóides reais em movimento. Aquilo nada mais é do que esperma superampliado.

 

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Rosebud É o Trenó é um blog que me inspira, desses que eu visito todos os dias ou quase. Um ótimo post publicado lá acaba de me inspirar a criar uma nova série por aqui: os melhores créditos iniciais do cinema. Não é ótimo quando o filme começa com uma cena feita especialmente para apresentar os créditos do longa? Quando bem feita e acompanhada de uma boa música, essa introdução cria a atmosfera adequada para a história que se segue. Às vezes, os créditos são até melhores que o filme em si. O mais comum hoje em dia é os créditos serem exibidos ao longo de uma seqüência inicial prevista no roteiro, com a trama já se desenrolando. Mas charmoso mesmo é ver os nomes dos atores, realizadores, técnicos e demais artistas se sucedendo sobre imagens que independem da história, como o mestre Saul Bass tantas vezes fez nos clássicos de Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick e Otto Preminger.

A partir de hoje, mostro aqui meus créditos iniciais favoritos. Pra começar, os de Prenda-me se for capaz, filme de Steven Spielberg:

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A Diesel está completando 30 anos e, para comemorar, promove a XXX Party dia 11 de outubro em todos os países onde tem loja. Isso realmente não me interessa, mas adorei o vídeo que a marca fez para promover o evento internet afora. Trata-se de uma colagem de trechos picantes de filmes pornôs antigos, dos anos 1970, com todo o sexo explícito encoberto por desenho animado que tenta dar novo significado à movimentação dos atores. Imperdível:

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