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Posts Tagged ‘clipe’

5 – Crying – Aerosmith: No final do clipe, Alicia Silverstone decide se matar na frente do ex-namorado, jogando-se da ponte. Mas é brincadeirinha: ela está presa por um cabo na cintura, estava apenas querendo assustar o cara. Só que há vários takes anteriores que deixam bem claro que não havia cabo nenhum na moça. E mais: uma pessoa que despencasse da forma como ela despenca no clipe certamente quebraria a coluna. Bem, como tudo provavelmente não passa de uma brincadeira do diretor do vídeo, dou um desconto e deixo este em quinto lugar na minha lista de gafes. Mas que é dose, é! Veja aqui!

4 – Triumph of a Heart – Björk: No começo do clipe, quando Björk sai de casa e vai embora de carro, é possível ver o cameraman refletido no vidro da porta de trás do veículo. Veja aqui!

 

3 – Because of You – Kelly Clarkson: No início do clipe, o “marido” da moça congela no tempo, para só descongelar no finalzinho. Só que ele havia congelado com o rosto virado para o lado, e descongelou com o rosto voltado para a frente. Veja aqui!

 

2 – She Will Be Loved – Maroon5: Logo no começo, tem a cena do sujeito que mergulha na piscina. O take de fora d’água o mostra mergulhando de cabeça. O take seguinte, feito dentro d’água, o mostra afundando de pé. Veja aqui!

 

1 – Total Eclipse of the Heart – Bonnie Tyler: É o meu erro preferido. Em dado momento, uma porta se abre sozinha, rapidamente, como uma assombração, coincidindo com a primeira batida de percussão da música. Se você vir o clipe no DVD, quadro a quadro, verá um pé chutando a porta, para provocar o efeito. Veja aqui!

0 – MITO: Beat It – Michael Jackson: No programa Piores Clipes do Mundo, Marcos Mion falou muito de um suposto erro neste clássico dos videoclipes: as várias mesas de sinuca sem caçapa. Acontece que aquelas não são mesas de sinuca, mas mesas de bilhar, que não têm caçapa mesmo. Veja aqui!

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prodigysmackmybitchupvideo3Lançado em novembro de 1997, o clipe de Smack my bitch up, do Prodigy, foi banido no mundo quase inteiro, por conta de imagens explícitas de sexo, drogas, violência e escatologia. Mas o vídeo está longe de ser apenas apelativo. Sim, há imagens de brigas gratuitas, um homem sendo chutado na barriga, mulheres sendo agarradas à força, mulheres inteiramente nuas dançando de forma sensual ou levando banho de champanhe nos seios, roubo de carro mostrado como uma aventura, vômito jorrando, uma fileira de cocaína sendo cheirada, cenas de sexo, pessoas usando o vaso sanitário, prostituição… Tudo isso e mais alguma coisa. No entanto, nada é gratuito. Essas imagens se sucedem de modo a construir uma narrativa que, ao final, deixa o espectador perplexo com a constatação de que ele pode ser facilmente manipulado com base em seus conceitos e pré-conceitos de gênero.

O clipe, dirigido pelo sueco Jonas Akerlund, mostra o ponto de vista de uma pessoa ao longo de uma noitada, como se pudéssemos enxergar com seus olhos. Esse personagem se arruma em casa para sair, vai a algumas boates, toma todas, apronta muitas, cheira uma e agarra várias mulheres – umas o rejeitam com asco, outras são receptivas. A visão do personagem vai ficando distorcida conforme as drogas e a bebida vão fazendo efeito. Uma edição frenética e fragmentada dá conta de ilustrar sua euforia. No fim, ele leva uma prostituta para casa, transa com ela e acaba apagando na cama, totalmente chapado. Mas, antes do fim do videoclipe, por um breve instante, vemos seu reflexo no espelho. E vem a grande surpresa: não é um homem; é uma mulher!

E por que o espanto? Por que não seria uma mulher? Só porque ela gosta de outras mulheres, se droga, comete crimes e arruma briga? E não é apenas uma mulher – é uma mulher linda, gostosa, ainda que detonada pelos excessos. Ao longo do clipe, a personagem é associada a vários elementos. Alguns deles, costumamos considerar masculinos, como a violência e o assédio sexual grosseiro a mulheres. Outros, normalmente vemos como femininos (os pés delicados da personagem, sua cama forrada de cetim rosa-choque). Mas é o olhar masculino que predomina.

A verdade é que o mundo não é tão simples assim. Quando a personagem aparece manuseando creme de barbear, imaginamos que é um homem a fazer a barba. Por que não pensamos que é uma mulher a se depilar? Ao vermos um DVD pornô lésbico no chão, por que pensamos que é coisa de homem heterossexual, e não de mulher homossexual? Quando um homem sorri para ela, por que deduzimos que o sujeito é gay e está de olho em outro homem? Por que uma mulher não pagaria uma prostituta para fazer sexo com ela?

A MTV considera Smack my bitch up o clipe mais polêmico de seu acervo, tendo-o vetado de sua programação, mas não deixou de premiá-lo com os troféus de melhor clipe dance e clipe mais inovador, em 1998. O vídeo havia sido indicado também para melhor edição e melhor direção. E a música, vale notar, também foi banida mundo afora, por ser considerada misógina.

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O disco novo do Moby, Last Night, não é lá essas coisas, anos 80 demais, mas até que o careca gente fina conseguiu um clipe legal para a música Ooh Yeah. É uma sátira aos filmes pornôs da virada dos anos 70 para os 80, com direito a entregador de pizza comedor, mocinha chupando pirulito e gostosas tomando banho de mangueira enquanto lavam o carro.

O clipe foi dirigido por Matteo Bernardini, italiano que venceu o concurso que Moby e o site Vimeo promoveram há alguns meses, em busca de um jovem diretor. Se for esperto, ainda vamos ouvir falar muito dele.

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Eu sou um apaixonado pelos videoclipes do francês Michel Gondry, mais conhecido por ter dirigido o filme “Brilho eterno de uma mente sem lembrança”. De modo que esta lista me interessa de verdade, feita por ele para a revista Entertainment Weekly. A lista não vem em nenhuma ordem especial:

Aphex Twin, ”Come to Daddy” (1997)
Beastie Boys, ”Fight for Your Right to Party” (1986)
Beastie Boys, ”Sabotage” (1994)
Björk, ”It’s Oh So Quiet” (1995)
Devendra Banhart, ”A Ribbon” (2004)
Herbie Hancock, ”Rockit” (1983)
Jean-Luc Ponty, ”Individual Choice” (1983)
Jamiroquai, ”Virtual Insanity” (1996)
Lenny Kravitz, ”Are You Gonna Go My Way?” (1993)
Madonna, ”Like a Prayer” (1989)
Massive Attack, ”Unfinished Sympathy” (1991)
Michael Jackson, ”Billie Jean” (1983)
Michael Jackson, ”Leave Me Alone” (1987)
New Order, ”Perfect Kiss” (1985)
Paul Simon, ”You Can Call Me Al” (1986)
Peter Gabriel, ”Sledgehammer” (1986)
R. Kelly, ”Trapped in the Closet” (2005)
Red Hot Chili Peppers, ”Give It Away” (1991)
Run DMC featuring Aerosmith, ”Walk this Way” (1986)
Talking Heads, ”Burning Down the House” (1983)
Téléphone, ”Un Autre Monde” (1984)
The Cure, ”Close to Me” (1985)
The Pharcyde, ”Drop” (1996)
Tone Loc, ”Wild Thing” (1989)
Young MC, ”Bust a Move” (1989)

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A irmã de Beyoncé parece mais interessante que ela:

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Diretor: Tom Munro

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