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Posts Tagged ‘Cinema’

Em um intervalo das filmagens do clássico Metropolis (1927), de Fritz Lang, a atriz Brigitte Helm aproveita para se resfrescar. Seu figurino de robô devia mesmo ser bem quente… [Via IMGUR]

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Figurante “romano” se refresca no intervalo da filmagem de Quo Vadis, filme de Mervyn LeRoy lançado em 1951. [Via If Charlie Parker Was a Gunslinger]

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Não ficou encantador o uso do quadro “A noite estrelada”, de Van Gogh, no pôster do filme “Midnight in Paris”, de Woody Allen?

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Na minha modesta opinião:

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Filme:
Biutiful (Espanha/México), 2010, de Alejandro González Iñárritu

A história em uma frase: Homem que ganha a vida traficando pessoas e explorando seu dom de ouvir os mortos sente seu corpo ser destruído pelo câncer, mas a dor física não parece ser pior do que o fato de que ele viveu a vida inteira na lama, incapaz de proporcionar destino melhor aos seus filhos.

Assista se… Você estiver disposto a encarar um filme que é muito bom, mas que vai te deixar de baixo astral.

O que faz valer seu tempo e dinheiro: 1) A oportunidade de ver uma Barcelona bem diferente da turística, carcomida pela exploração da miséria, corrupção policial e decadência. 2) Javier Bardem, muito competente em interpretar Uxbal, personagem extremamente complexo. 3) A direção de arte, primorosa em retratar o lado miserável de um país desenvolvido. 4) A ótima direção de Iñárritu.

Surpresa: A animada Barcelona também pode ser um posto avançado do Inferno.

Cena que fica na memória: (SPOILER!) Cerca de 25 imigrantes chineses ilegais escravizados são mortos acidentalmente por intoxicação com gás.

Ponto fraco: Com tanta miséria e decadência na tela, os 147 minutos do filme podem ser torturantes para algumas pessoas. Mas isso faz parte da proposta artística de Biutiful.

Moral da história: Não se deve vender um dom especial que a vida lhe deu de graça.

No fim, a sensação é de que… A vida é uma merda.

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Avatar é um gigante do cinema que merece ser visto e reverenciado. Mas, verdade seja dita, aqueles personagens azuis de James Cameron não têm o menor carisma, nem são lá muito interessantes. Muitas criaturas azuis que vieram antes de Jake Sully e Neytiri são bem mais atraentes na tela. Este é o meu top 10, em ordem cronológica:

Papa-Léguas (1949): Este galo-corredor, também conhecido como Bip-Bip, é a obsessão e o azar do Coiote, que tenta de tudo para abatê-lo, sem jamais conseguir. Suas habilidades são, muitas vezes, surpreendentes. Por exemplo: quando ele consegue entrar num túnel de mentirinha que o Coiote pintou em uma pedra. Criação de Chuck Jones para a Warner.

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Smurfs (1958): Essas pequenas criaturas semelhantes a gnomos fazem parte da infância de milhões de pessoas. Ficaram mais famosos nos anos 80, por causa do desenho animado, mas foram criados em 1958 pelo quadrinista belga Pierre Culliford. São liderados pelo Papai Smurf. E, estranhamente, Smurfette é a única fêmea da aldeia.

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Batatinha (1961): Ele é um gato de rua, membro de uma gangue liderada pelo Manda-Chuva. Mas ele é pequeno, fofinho, puro e tão bonzinho que dá vontade de levar para casa. De tão amável, ele destoa do restante da turma que inferniza a vida do guarda Belo. Batatinha tem voz original de Maurice Gosfield, dublado no Brasil por Roberto Barreiros.

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Fera (1963): Ele é um dos mutantes mais brincalhões do universo Marvel. Nas lutas, seu humor debochado é o contraponto perfeito para seus golpes ultraviolentos. Apesar da aparência bestial, ele é um bioquímico respeitadíssimo, cujo nome real é Henry Philip McCoy – Hank para os íntimos. Foi criado por Stan Lee e Jack Kirby como membro original dos X-Men, juntando-se depois aos Vingadores e aos Defensores.

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Mística (1978): Nos quadrinhos dos X-Men, ela era uma vilã sem destaque. No cinema, ganhou importância. É hipnotizante ver essa bela mulher azul desfilar nua na tela, adquirindo a forma de qualquer pessoa que queira e dando porrada nos marmanjos. Foi criada por Chris Claremont e Dave Cockrum.

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Homenzinho Azul (1978): Ele foi criado por Edmar Salles, da agência Lowe Lintas, com animação de Walbercy Ribas, para vender Cotonetes Johnson & Johnson pela TV com o slogan “Gente grande também precisa de carinho”. Como resistir? A ideia de ver um homem azul, feioso, careca e barrigudo saindo pelado do banho, coberto apenas por uma toalha enrolada na cintura, é péssima, mas deu super certo.

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Dr. Manhattan (1986): Em Watchmen (quadrinhos, desenho animado e filme), ele é a criatura mais poderosa do mundo. Vê o futuro, é imortal, indestrutível, desprovido de sentimentos e capaz de aniquilar planetas inteiros. Foi criado por Alan Moore (texto) e Dave Gibbons (desenho).

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Blue Man Group (1988): Os americanos Chris Wink, Matt Goldman e Phil Stantos são os únicos seres humanos reais desta lista. Eles são os criadores desta organização de homens azuis, cujos shows são inusitados espetáculos de luz, som e criatividade. Embora já tenham se apresentado algumas vezes no Brasil, por aqui sua figura é mais conhecida do que seu trabalho, graças ao fato de eles serem os atuais garotos-propaganda da TIM.

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Gênio (1992): O gênio da lâmpada de Aladdin é um personagem que existe há séculos, literalmente, mas sua melhor versão é a azul, do filme da Disney. E o mérito é quase todo do ator Robin Williams, que o dublou de forma fantástica, interferindo no roteiro e dando trabalho aos animadores. O gênio azul e hiperativo é a melhor coisa do filme.

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Dory (2003): É ou não é um achado esta peixinha que sofre de perda de memória recente? Seu problema neurológico rende ótimas piadas no filme Procurando Nemo. E é impossível não gostar dela, tamanha sua simpatia. Quem não lembra da cena em que ela fala “baleiês”? Sua voz é de Ellen DeGeneres (no original) e de Maíra Góes (versão brasileira). O texto é de Andrew Stanton, para a Pixar/Disney. 

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E mais: Dom Pixote, Rabugento, Frankenstein Jr., o Cavalinho Azul, Flik, Cobrinha Azul, Noturno, Bidu, Grilo Feliz, o Ursinho Carinhoso azul…

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Filme: Shutter Island (EUA), 2010, de Martin Scorsese

A história em uma frase: Policial federal investiga ilha onde funciona presídio especial para criminosos com graves problemas psiquiátricos, desconfiado de que ali os prisioneiros são submetidos a experiências científicas semelhantes aos horrores cometidos pelos nazistas nos campos de concentração.

Assista se… Você for fã incondicional de Martin Scorsese ou de Leonardo DiCaprio.

O que faz valer seu tempo e dinheiro: 1) A elegância de Scorsese em contar uma boa história; 2) A interpretação eficiente – ainda que não memorável – de DiCaprio, Ben Kingsley e Max von Sydow.

Surpresa: Scorsese se aventura por um universo muito diferente do habitual em sua filmografia, embora não pareça à primeira vista.

Cena que fica na memória: Nenhuma, apesar de Scorsese filmar magistralmente.

Ponto fraco: Scorsese não consegue deixar o espectador com medo, embora tente. Isso é surpreendente vindo do diretor que fez Cabo do Medo, pra dizer o mínimo, sem contar os clássicos.

Moral da história: Às vezes, a melhor solução é a que mais nos desagrada.

No fim, a sensação é de que… Este é um filme de Scorsese fadado ao esquecimento, mesmo sendo prazeroso de assistir.

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