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Posts Tagged ‘Roberto Carlos’


É interessante observar a lista das músicas brasileiras que fizeram mais sucesso no país em cada ano (de 1902 a 2011). Cada época teve uma cara. Dos lundus ao sertanejo universitário, o público brasileiro já gostou de tudo. As canções românticas são a maior constante ao longo destes mais de cem anos. Há muitos artistas de um sucesso só, mas também há cantores que chegaram ao topo várias vezes, como Baiano (6), Francisco Alves (5), Roberto Carlos (5), Zezé di Camargo & Luciano (4) e Carmen Miranda (3). Algumas músicas foram esquecidas com o passar do tempo; outras se tornaram clássicos. Todas as composições são populares, obviamente, ou não teriam obtido tamanho êxito, o que não quer dizer que não haja obras-primas entre elas.

Dê uma olhada na lista – da Banda da Casa Edison (1902) a Luan Santana (2011) – e reflita… O gosto do brasileiro tem melhorado, piorado ou se mantido no mesmo nível de sempre? Qual a música mais recente a poder ser chamada de clássico? Qual a última obra-prima popular? Qual foi a melhor época das paradas brasileiras? As informações abaixo foram levantadas pelo Top 100 Brasil; não representam uma realidade absoluta, mas dão indicadores verossímeis que permitem refletir sobre a evolução do gosto musical do brasileiro médio.

2011: “Um beijo”, Luan Santana
2010: “Só rezo”, NX Zero
2009: “Agenda”, Ornella di Santis & Belo
2008: “Extravasa”, Cláudia Leitte
2007: “Natiruts reggae power”, Natiruts
2006: “É isso aí”, Ana Carolina & Seu Jorge
2005: “Eu amo”, Zezé di Camargo & Luciano
2004: “Vou deixar”, Skank
2003: “Tô nem aí”, Luka
2002: “Festa”, Ivete Sangalo
2001: “Quem de nós dois”, Ana Carolina
2000: “Amor I love you”, Marisa Monte
1999: “Sozinho”, Caetano Veloso
1998: “Cada volta é um recomeço”, Zezé di Camargo & Luciano
1997: “Palpite”, Vanessa Rangel
1996: “Garota Nacional”, Skank
1995: “Vira vira”, Mamonas Assassinas
1994: “Eu só penso em você”, Zezé di Camargo & Luciano & Willie Nelson
1993: “Que se chama amor”, Só Pra Contrariar
1992: “O canto da cidade”, Daniela Mercury
1991: “É o amor”, Zezé di Camargo & Luciano
1990: “Evidências”, Xitãozinho & Xororó
1989: “Bem que se quis”, Marisa Monte
1988: “Faz parte do meu show”, Cazuza
1987: “Que país é este?”, Legião Urbana
1986: “Demais”, Verônica Sabino
1985: “Dona”, Roupa Nova
1984: “Sonífera ilha”, Titãs
1983: “Menina veneno”, Ritchie
1982: “Muito estranho (cuida bem de mim), Dalto
1981: “Baila comigo”, Rita Lee
1980: “Balancê”, Gal Costa
1979: “O bêbado e a equilibrista”, Elis Regina
1978: “Outra vez”, Roberto Carlos
1977: “Amigo”, Roberto Carlos
1976: “Juventude transviada”, Luiz Melodia
1975: “Moça”, Wando
1974: “No silêncio da madrugada”, Luiz Ayrão
1973: “O vira”, Secos & Molhados
1972: “Ilu Ayê”, Clara Nunes
1971: “Detalhes”, Roberto Carlos
1970: “Foi um rio que passou em minha vida”, Paulinho da Viola
1969: “As curvas da estrada de Santos”, Roberto Carlos
1968: “Viola enluarada”, Marcos Valle & Milton Nascimento
1967: “Coração de papel”, Sérgio Reis
1966: “Quero que vá tudo pro inferno”, Roberto Carlos
1965: “Trem da onze”, Demônios da Garoa
1964: “Rua Augusta”, Ronnie Cord
1963: “Mas que nada”, Jorge Ben
1962: “O trovador de Toledo”, Gilda Lopes
1961: “Palhaçada”, Dóris Monteiro
1960: “Banho de lua”, Celly Campello
1959: “Estúpido cupido”, Celly Campello
1958: “Cabecinha no ombro”, Alcides Gerardi
1957: “Mocinho bonito”, Dóris Monteiro
1956: “Conceição”, Cauby Peixoto
1955: “Café soçaite”, Jorge Veiga
1954: “Teresa da praia”, Dick Farney & Lúcio Alves
1953: “Risque”, Linda Batista
1952: “Lata d’água”, Marlene
1951: “Vingança”, Linda Batista
1950: “Pé de manacá”, Isaura Garcia & Hervé Cordovil
1949: “Brasileirinho”, Waldir Azevedo
1948: “A saudade mata a gente”, Dick Farney
1947: “Copacabana”, Dick Farney
1946: “De conversa em conversa”, Isaura Garcia & Os Namorados da Lua
1945: “Maria Bethânia”, Nelson Gonçalves
1944: “Atire a primeira pedra”, Orlando Silva
1943: “A dama de vermelho”, Francisco Alves
1942: “Ai! Que saudades da Amélia”, Francisco Alves
1941: “Canta Brasil”, Francisco Alves
1940: “Dama das camélias”, Francisco Alves
1939: “O que é que a baiana tem?”, Carmen Miranda & Dorival Caymmi
1938: “Pastorinhas”, Sílvio Caldas
1937: “Carinhoso”, Orlando Silva
1936: “Pierrô apaixonado”, Joel & Gaúcho
1935: “Minha palhoça”, Sílvio Caldas
1934: “Cidade maravilhosa”, Aurora Miranda & André Filho
1933: “Alô, alô”, Carmen Miranda & Mário Reis
1932: “O teu cabelo não nega”, Castro Barbosa & O Grupo da Velha Guarda
1931: “Tico-tico no fubá”, Orquestra Colbaz
1930: “Pra você gostar de mim (tahi)”, Carmen Miranda
1929: “Gosto que me enrosco”, Mário Reis
1928: “Jura”, Aracy Côrtes
1927: “Anoitecer”, Gastão Formenti
1926: “Chuá, chuá”, Fernão & Romeu Silva
1925: “A casinha (a casinha da colina)”, Aracy Côrtes
1924: “O casaco da mulata”, Bahiano & Maria Marzulo
1923: “Tristezas do jeca”, Orquestra Brasil-América
1922: “Luar de Paquetá”, Bahiano
1921: “Esta nega qué me dá”, Bahiano
1920: “Fala meu louro”, Francisco Alves
1919: “Já te digo”, Bahiano
1918: “Ontem ao luar”, Vicente Celestino
1917: “Pelo telefone”, Bahiano
1916: “Flor do mal”, Vicente Celestino
1915: “Apanhei-te, cavaquinho”, Grupo O Passos no Choro
1914: “Atraente”, Grupo Chiquinha Gonzaga
1913: “Caboca di Caxangá”, Patrício Teixeira
1912: “O forrobodó”, Grupo Chiquinha Gonzaga
1911: “O meu boi morreu”, Eduardo das Neves
1910: “Canção do marinheiro (cisne branco)”, Eduardo das Neves
1909: “Choro epoesia”,Banda daCasa Edison
1908: “Os namorados da lua”, Mário Pinheiro
1907: “Ó, Minas Gerais”, Eduardo das Neves
1906: “Clélia (ao desfraldar da vela)”, Mário Pinheiro
1905: “Fantasias ao luar”, Banda da Casa Edison
1904: “Amor perdido”, Patápio Silva
1903: “Perdão, Emília”, Bahiano
1902: “A conquista do ar (Santos Dumont)”, Banda da Casa Edison

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Roberto Carlos completa agora 70 anos de vida. Desde a década de 1960, suas músicas embalam as jovens tardes de domingo, as quentes noites dos motéis populares, as altas vendagens natalinas, as celebrações religiosas, as ondas do rádio, as curvas das estradas perigosas, as biroscas mal frequentadas, os lares brasileiros. Quando Roberto já tiver partido, as pessoas citarão seus versos sem nem saber sua autoria, ao curtir detalhes tão pequenos de seus relacionamentos, ao enaltecer seus amigos de fé e irmãos camaradas, ao garantir que daqui pra frente tudo vai ser diferente, ao ensinar que é preciso saber viver ou simplesmente ao esquecer de tentar esquecer. Não fosse Roberto Carlos um tanto avesso à liberação de suas canções para trilhas sonoras, comerciais de TV e regravações, sua obra teria uma penetração inimaginável.

Em homenagem aos 70 anos deste grande nome da nossa música popular, destaco 70 versos que ele compôs e/ou gravou com sucesso e que estão diluídos para sempre no imaginário popular. Não são seus melhores versos, mas os mais famosos, aqueles que todo mundo ouve ou usa fora do contexto de suas canções. São versos com vida própria.

Quero que você me aqueça nesse inverno
E que tudo mais vá pro inferno

(Quero que vá tudo pro inferno, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1965)

 

O que é que você tem?
Conta pra mim
Não quero ver você triste assim

(Não quero ver você triste, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1965)

 

Eu te darei o céu, meu bem
E o meu amor também

(Eu te darei o céu, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1966)

 

Estou amando loucamente
A namoradinha de um amigo meu

(Namoradinha de um amigo meu, de Roberto Carlos, 1967)

 

Eu tenho tanto pra lhe falar
Mas com palavras não sei dizer
Como é grande o meu amor por você

(Como é grande o meu amor por você, de Roberto Carlos, 1967)

 

Daqui pra frente, tudo vai ser diferente
Você tem que aprender a ser gente
O seu orgulho não vale nada! Nada!

(Se você pensa, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1968)

 

Meu bem, meu bem
Você tem que acreditar em mim
Ninguém pode destruir assim
Um grande amor
Não dê ouvidos à maldade alheia e creia
Sua estupidez não lhe deixa ver que eu te amo

(Sua estupidez, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969)

 

Jesus Cristo eu estou aqui!

(Jesus Cristo, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1970)

 

Não adianta nem tentar me esquecer
Durante muito tempo em sua vida eu vou viver
Detalhes tão pequenos de nós dois
São coisas muito grandes pra esquecer
E a toda hora vão estar presentes
Você vai ver

(Detalhes, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971)

 

Como vai você?
Eu preciso saber da sua vida
(…)
Vem, que a sede de te amar me faz melhor
(…)
Não deixe tanta vida pra depois
Eu só preciso saber…
Como vai você?

(Como vai você?, de Mário Marcos e Antônio Marcos, 1972)

 

Eu voltei, agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar

(O portão, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1974)

 

Quem espera que a vida seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco ou viver na solidão
É preciso ter cuidado pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver

(É preciso saber viver, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1974)

 

Olha, você tem todas as coisas
Que um dia eu sonhei pra mim
A cabeça cheia de problemas
Não me importo, eu gosto mesmo assim

(Olha, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975)

 

Você, meu amigo de fé, meu irmão camarada
Amigo de tantos caminhos, de tantas jornadas
(…)
Amigo, você é o mais certo das horas incertas

(Amigo, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977)

 

Você foi o maior dos meus casos
De todos os abraços o que eu nunca esqueci
(…)
Esqueci de tentar te esquecer
Resolvi te querer por querer
(…)
Só assim sinto você bem perto de mim outra vez.

(Outra vez, de Isolda, 1977)

 

Amanhã de manhã
Vou pedir o café pra nós dois

(Café da manhã, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1978)

 

Você é mais que um problema
É uma loucura qualquer
Mas sempre acabo em seus braços
Na hora que você quer

(Desabafo, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1979)

 

Quando eu estou aqui, eu vivo esse momento lindo
Olhando pra você e as mesmas emoções sentindo
(…)
Se chorei ou se sorri
O importante é que emoções eu vivi

(Emoções, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1981)

 

Todo homem que sabe o que quer
Sabe dar e querer da mulher
O melhor é fazer desse amor
O que come, o que bebe,
O que dá e recebe

(Cama e mesa, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1981)

 

Nossa Senhora, me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino

(Nossa Senhora, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1993)

 

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Kylie Minogue está com o rosto todo colorido na revista Instinct deste mês. Sua maquiagem me remeteu imediatamente a Björk, e então a Michael Stipe (REM), Secos e Molhados e tantos outros astros da música. A pintura facial é tão antiga quanto o homem e se presta a embelezar, reafirmar a identidade, estabelecer uma outra identidade (paralela ou substituta), diferenciar, comunicar ou assustar. Em suma: pinta-se o rosto para chamar atenção. É comum nas tribos indígenas e também nos palcos.

Kylie Minogue - Instinct MagazineKylie Minogue e sua maquiagem estilizada na capa da revista gay Instinct

 

Malu MagalhãesMalu Magalhães costuma pintar ela própria seu rosto para fazer seus shows. A cada apresentação, cria um desenho diferente.

 

Bjork 2Nas fotos de divulgação do álbum Volta, de 2007, Björk surgiu multicolorida, começando pelo rosto.

 

mareNa capa do álbum Maré, de 2008, Adriana Calcanhotto se pintou da maneira como imagina que seria o rosto de Tétis, deusa grega do mar

 

Michael Stipe - REMEm 2005, Michael Stipe cobriu parte do rosto de azul para o show do REM no evento Live Earth, em Londres.

 

Wes BorlandO guitarrista Wes Borland ganhou fama em 1997 como integrante da banda Limp Bizkit. A cada apresentação, ele adota uma nova pintura que o faz parecer um ser completamente diferente. Por conta disso, Borland era uma atração à parte nos shows. Mas não está mais no grupo.

 

Marilyn MansonMarilyn Manson ganhou fama em 1996, quando lançou o álbum Antichrist Superstar. O hit do disco era The beautiful people, seu protesto contra a ditadura da beleza. Desde então, o cantor usa maquiagem para chocar, se enfeiar ainda mais e, assim, garantir um lugarzinho exclusivo ao sol do showbiz.

 

Henry Rollins - LiarNo clipe de Liar (1994), Henry Rollins aparece vermelho como um demônio. Seu personagem mentiroso é praticamente a encarnação do mal, eventualmente disfarçado de policial bonzinho e super-herói.

 

Madonna - FeverMadonna não é de se pintar além da simples maquiagem. Mas ela apareceeu inteiramente prateada no clipe de Fever, em 1993.

 

Annie LennoxAnnie Lennox gosta de se pintar desde os tempos de Eurythmics, sua antiga banda. Em 1992, no show de tributo a Freddie Mercury, chamou atenção com um visual sombrio, arrrematado com uma pintura preta nos olhos.

 

Blue Man GroupO Blue Man Group foi criado em 1987. Desde então, seus integrantes se pintam de azul para percorrer o mundo em espetáculos experimentais de música e teatro.

 

Red Hot Chili PeppersNos anos 80, quando eram apenas uma banda alternativa promissora, os integrantes do Red Hot Chili Peppers já se pintavam, eventualmente, como na foto de cima, em que aparecem completamente coloridos ee irreconhecíveis. Mas a grande maioria do público lembra-se apenas de vê-los prateados no clipe de Give it away, de 1991.

 

Grace Jones by Keith Haring e Robert MapplethorpeNesta foto de 1984, Grace Jones é uma obra de arte viva, pintada por Keith Haring, adereçada com coroa e acessórios criados especialmente por David Spada e fotografada por Robert Mapplethorpe.

 

Dee Snider -Twisted SisterNos anos 80, era tão exagerada a maquiagem de Dee Snider, vocalista do Twisted Sister, que me parece sensato incluí-lo nesta galeria de caras pintadas. Ele era praticamente a Vovó Mafalda do metal.

 

siouxsie siouxA maquiagem de Siouxie Sioux, da banda inglesa Siouxie & The Banshees, sempre foi marcante, desenhada de modo a lhe conferir uma forma que vá além do meramente humano. Tem sido assim desde a virada dos anos 70 para os 80.

 

Roberto CarlosEm 1978, Roberto Carlos estreou sua turnê Palhaço, de grande sucesso. Ao fim de cada espetáculo, ele surpreendia a plateia ao voltar ao palco maquiado como palhaço para cantar O show já terminou.

 

Alice CooperAlice Cooper sem sua característica pintura ao redor dos olhos não é Alice Cooper, é Vincent Damon Furnier, o homem por trás do cantor-personagem.

 

Kiss 2Quando o Kiss se mostrou ao mundo, em 1974, seus inteegrantes já estavam de cara pintada, cada um encarnando uma peersona: Gene Simmons era The Demon, Paul Stanley era The Starchild, Peter Criss era The Cat, e por aí vai. Por muitos anos, seus verdadeiros rostos foram um grande mistério.

 

OsanaSurgida em 1972, a banda italiana Osanna também era adepta da pintura facial

 

Peter GabrielPeter Gabriel atravessou a década de 70 de ponta a ponta como um mutante, com uma cara nova a cada momento, encarnando os diversos personagens de suas canções. Primeiro, como vocalista do Genesis. Depois, como cantor solo. Mas sempre com forte teatralidade, marcada não apenas pela pintura, mas também por sua interpretação.

 

Secos e MolhadosEncabeçado por Ney Matogrosso, o grupo Secos & Molhados estreou em 1973 como um forte sopro de renovação no cenário musical brasileiro. A pintura teatral era apenas o lado mais evidente de sua ousadia. Há quem diga – inclusive Ney – que o Kiss imitou o visual do grupo. Porém, há registros de que a banda americana já se apresentava pintada em 1972.

 

David Bowie - Ziggy StardustSe for para encontrar um pioneiro, melhor ficar com David Bowie. Ele, sim, causou alvoroço ao se pintar para criar uma nova persona, Ziggy Stadust. O raio lhe atravessando o rosto, como na capa do álbum Aladdin Sane (1973), é a imageem mais emblemática, mas não a única. Foi nessa época que Bowie ganhou a alcunha de camaleão do rock. E fez história.

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A RollingStone brasileira deste mês, com Gilberto Gil na capa, traz uma lista dos cem melhores artistas da música popular brasileira em todos os tempos, segundo votação realizada pela revista com dezenas de especialistas. Como toda lista, gera discussão. Chico Science é mais importante que Vinicius de Moraes e Villa-Lobos? Renato Russo é superior a Ary Barroso? Mano Brown está acima de Cazuza? Max Cavalera é mais relevante que Braguinha? Lobão é maior que Orlando Silva? Marcelo Camelo marcou mais que Francisco Alves? Como assim, especialistas?

Veja os 20 primeiros colocados:

1. Tom Jobim
2. João Gilberto
3. Chico Buarque
4. Caetano Veloso
5. Jorge Ben Jor
6. Roberto Carlos
7. Noel Rosa
8. Cartola
9. Tim Maia
10. Gilberto Gil
11. Dorival Caymmi
12. Pixinguinha
13. Luiz Gonzaga
14. Elis Regina
15. Rita Lee
16. Chico Science
17. Paulinho da Viola
18. Vinicius de Moraes
19. Raul Seixas
20. Milton Nascimento

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A revista Bravo! publicou esta semana uma edição especial chamada 100 Canções Essenciais da Música Popular Brasileira, com informações importantes e curiosas sobre cada uma. A edição é caprichada e vale seus R$ 14,95. O top 10, reproduzido abaixo, não deve gerar muita discussão. Mas há de se discordar (ou não) de muita coisa do 11º ao 100º lugares. Mas listas são assim mesmo.

1 – “Carinhoso”, de Pixinguinha e João de Barro
2 – “Águas de março”, de Tom Jobim
3 – “João Valentão”, de Dorival Caymmi
4 – “Chega de saudade”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes
5 – “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso
6 – “Tropicália”, de Caetano Veloso
7 – “Último desejo”, de Noel Rosa
8 – “Asa branca”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira
9 – “Construção”, de Chico Buarque
10 – “Detalhes”, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos

Para ver outras listas, clique aqui.

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