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Posts Tagged ‘livros’

Está sendo lançado neste fim de semana o livro MSP50 – Maurício de Sousa por 50 artistas, em que desenhistas reverenciam a obra do criador da Turma da Mônica. A imagem abaixo mostra a versão de Laerte para os personagens Franjinha e Bidu. Tem mais imagens no G1.

Bidu e Franjinha por Laerte - MSP50

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A Lolita de Nabokov nos anos 60

lolita-nabokov

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the-workA obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. Designer: David Pearson

 

milkMilk. Designer: Barbara de Wilde

 

againstAgainst happiness. Designer: Jennifer Carrow

 

themediumO meio é a mensagem. Design: YES

 

thingsThings I’ve learned from women who’ve dumped me. Designer: Paul Sahre

 

brightBright shiny morning. Design: Gray 318

 

kafkaWhy you should read Kafka before you waste your life. Designer: Steve Snider

 

lopsidedLopsided. How breast cancer can be really distracting. Designer: Carin Goldberg

 

violenceViolence. Designer: Henry Sene Yee

 

mayorsThe mayor’s tongue. Design: Gray 318

 

soonSoon I will be invincible. Designer: desconhecido

 

theageThe age of entanglement. Designer: Jason Booher

 

abrahamAbraham Lincoln: great american historians on our sixteenth president. Designer: Pete Garceau

 

[Fonte: The New York Times]

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literatura

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Nos EUA, sempre entre o final de setembro e o início de outubro, editoras e livrarias realizam a Semana dos Livros Banidos, para promover obras que tenham sido censuradas, como um exercício de liberdade de expressão e de celebração do acesso irrestrito à leitura. Este ano, a livraria Twin Hickory instalou uma vitrine diferente em sua loja, oferecendo aos transeuntes o “espetacular” privilégio de ver humanos lendo livros polêmicos. Ficou engraçado e funcionou, pois todo mundo que passou por essa vitrine quis saber que diabos era aquilo. Os leitores que proporcionaram o “show” foram todos voluntários.

[Fonte: Henrico County / Via Boing Boing]

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Você está doido para descobrir um ótimo escritor novo? Minha melhor dica é Barbara Duffles. Apesar do que o nome leva a crer, ela é brasileira. É uma jovem carioca a quem sobram inteligência, cultura, talento e sensibilidade artística. Conheci suas crônicas através de seu blog, o Não Clique, onde pude acompanhar a evolução do seu trabalho, mais maduro a cada novo post. E agora ela acaba de compilar seus melhores textos em um livro, Não Abra, editado pelo selo Download Blogs, da editora Multifoco. Eu fiz questão de ir ao lançamento, de onde saí com uma dedicatória linda em meu exemplar. A obra ainda não está nas grandes livrarias, mas pode ser comprada pela internet, clicando aqui.

Dizer que Não Abra reúne crônicas é uma forma simplista de resumir o assunto. Não é bem assim, na verdade. Além das crônicas, há pensamentos, desabafos, divagações, opiniões, textos inclassificáveis. Quando são escritos em primeira pessoa, não fica claro se são autobiográficos ou se são a expressão de um eu lírico, o que enriquece a obra – estaria a autora se revelando sem pudores ou exercitando seu talento de se imaginar na pele dos outros?

Barbara é econômica nas palavras, mas elas transbordam sensibilidade e significado. O leitor é freqüentemente transportado para a solidão dos pensamentos alheios. E o tempero dos textos varia: pode ser crueldade, ceticismo, esperança, compaixão, amargura, felicidade, tesão, sentimentos e sensações que todo mundo conhece, mas que são difíceis de explicar. A autora sabe transmiti-los e despertá-los muito bem.

Clique aqui para conhecer o blog Não Clique.

Clique aqui para comprar o livro Não Abra.

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Se todos os grandes nomes da MPB se dignassem a escrever suas autobiografias, a memória do país seria bem menos curta. Apesar de serem sempre parciais, os livros de memórias colaboram para a compreensão de momentos históricos, oferecem pontos de vista únicos, municiam pesquisadores e robustecem a cultura nacional. Isso vale também para biografias como “Eles e eu: memórias de Ronaldo Bôscoli”, escrito na primeira pessoa como se fosse pelo próprio biografado, mas, na verdade, redigido por Luiz Carlos Maciel e Ângela Chaves, a partir de uma série de entrevistas que fizeram com o compositor para esse propósito. O relato traz detalhes deliciosos sobre o surgimento da bossa nova e momentos da vida de artistas como Roberto Carlos, Elis Regina, João Gilberto, Nara Leão, Maysa, Vinícius de Moraes e muitos outros.

Grande parte das histórias contadas por Bôscoli não passam de meras curiosidades, mas muitas são interessantíssimas. Ele conta, por exemplo, sobre os trotes que Maysa adorava passar pelo telefone de madrugada, quando ligava para homens pobres e desconhecidos apenas pelo prazer de imaginar que, no dia seguinte, ninguém acreditaria quando eles contassem que tiveram um flerte com a grande cantora. O pior trote de Maysa, no entanto, foi contra o próprio Bôscoli, como parte de uma pequena vingança que o deixou em má situação.

Outra história reveladora está relacionada à morte de Elis. Ele conta que, no velório, Jair Rodrigues teve a coragem de gritar que muitos dos que estavam ali segurando as alças do caixão haviam ajudado Elis a se afundar na cocaína e morrer. Dias depois, em uma boate, Fafá de Belém, apontada por Bôscoli como uma das maiores parceiras de Elis nas drogas, teria arrastado o compositor até o banheiro apenas para que ele a visse jogando na privada toda a cocaína que trazia consigo, dizendo algo como “Olha o que eu faço com essa merda!”

Mas talvez a maior revelação de Bôscoli – co-autor de clássicos como “O barquinho”, “Lobo bobo”, “Saudade fez um samba” e “Você” – seja a de que ele parou de compor no momento em que Caetano Veloso e Chico Buarque despontaram na geração seguinte à bossa nova e ele se deu conta de que jamais conseguiria compor com a mesma qualidade e genialidade deles. Em silêncio e com humildade, Bôscoli passou o bastão.

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