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TECNOLOGIA: Vídeo antigo ensina como usar o telefone. Como o mundo girou de lá pra cá!

MICHEL GONDRY: No MovieLine, ele esnoba Lady Gaga, Madonna, MTV e toda a produção de clipe atual.

LADY GAGA: Serviço completo dos figurinos usados no clipe de Telephone.

VIDEOCLIPES: Videografia comentada de Jonas Akerlund.

ANIVERSÁRIO POP: Os 50 anos do Zé Bonitinho.

LISTA: GQ elege os 50 homens mais elegantes dos últimos 50 anos. (via Papel Pop)

CINEMA: 10 filmes que são melhores que os livros que lhe deram origem.

MODA: A última coleção de Alexander McQueen.

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MADONNA: Ela é gene dominante no DNA de Lady Gaga. No clipe de Telephone, a influência de Madonna é notada mais fortemente na cena em que Gaga dança entre as celas do presídio. Tudo ali remete à Madonna do início dos anos 90: coreografia, figurino, cabelo, interpretação, atitude.

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MICHAEL JACKSON: A priori, qualquer videoclipe com coreografias coletivas e que conte uma história é descendente direto da obra audiovisual de Michael Jackson. Em Telephone, a referência ao mestre dos clipes é mais evidente no repentino passinho de dança que Lady Gaga faz ao sair da prisão. E a cena de dança no restaurante é uma espécie de atualização de Thriller: Gaga e Beyoncé dançam entre os mortos, inclusive citando um famoso passo que Jackson eternizou em seu clipe mais cultuado, como mostra a imagem abaixo.

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POP ART: A arte pop bebeu dos quadrinhos, e Lady Gaga bebe da arte pop. Das obras de Andy Warhol e Roy Lichtenstein, a cantora e o diretor Jonas Akerlund pegaram emprestados os enquadramentos, as cores saturadas, os diálogos econômicos, as onomatopeias em letras estilizadas e a inspiração para maquiagens e caracterizações marcantes.

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DAVID LACHAPELLE: A estética do fotógrafo americano está em cada frame de Telephone. É uma receita que mistura surrealismo, cores estouradas, sensualidade explícita, humor nonsense e cenários kitsch milimetricamente elaborados.

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KILL BILL: VOL. 1: A pick-up amarela do filme de Quentin Tarantino, nomeada Pussy Wagon, tem forte presença no clipe. Mas há outros elementos comuns, como a briga entre mulheres que realmente sabem lutar, os closes nos pés de Gaga (Tarantino é podólatra assumido), a banalização da violência, os cenários genuinamente americanos e os diálogos espirituosos:

You know, Gaga, trust is like a mirror – you can fix it if it’s broke, but you can still see the crack in the motherfucker’s reflection.”

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ASSASSINOS POR NATUREZA: Dirigido por Oliver Stone, este filme de 1994 também tem história assinada por Tarantino. Assim como Telephone, é protagonizado por uma dupla que cruza os EUA matando sem dó e com muito bom humor, findando por se tornar famosa. A cena inicial do filme, por exemplo, envolve dança, assassinato em massa e elementos americanos típicos num restaurante de beira de estrada, assim como no clipe de Lady Gaga. Veja:
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THELMA & LOUISE: Este filme de Ridley Scott, lançado em 1991, mostra duas mulheres que caem na estrada para fugir do tédio e, depois, da polícia. Pelo caminho, elas colecionam crimes – homicídio incluído – e registram esse momento único de suas vidas com uma câmera Polaroid. Alguma semelhança com o clipe de Lady Gaga? Telephone tem alguns frames quase idênticos aos de Thelma & Louise:

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CAGED HEAT: Filme B de Jonathan Demme lançado em 1974, cujo fiapo de história se passa num inacreditável presídio feminino onde as mulheres são gostosas e perigosas. Parece ser a maior referência para as cenas de cadeia e sensualidade lésbica de Telephone.
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Dito isto, é hora de rever Telephone, o novo clipe de Lady Gaga, com participação de Beyoncé e direção de Jonas Akerlund:

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Ficou muito bacana o videoclipe de Telephone, da Lady Gaga com participação da Beyoncé. Dirigido por Jonas Akerlund, o vídeo é uma continuação do clipe de Paparazzi. Começa com Gaga sendo trancafiada num presídio feminino totalmente irreal. As fontes de inspiração mais evidentes são os filmes Thelma & Louise (de Ridley Scott) e Kill Bill (de Quentin Tarantino, que emprestou a pick-up Pussy Wagon para o clipe), as fotografias pop/surrealistas de David LaChapelle e a cartilha pop de Madonna.


















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Trailer fresquinho, com trocadilho:

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Em 1992, algumas roupas criadas por Thierry Mugler para sua coleção primavera/verão foram parar no videoclipe Too funky, de George Michael, dirigido pelo estilista. Na tela, supermodels desfilavam peças deslumbrantes e extravagantes que agora comprovam seu status de ícones. Lembra do corset metálico mostrado no clipe?

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Recentemente, a mesma peça de metal foi usada por Lady Gaga no clipe de Paparazzi:

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Voltando ao clipe de George Michael, você se lembra do exótico corset-motocicleta?

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Pois o mesmo corset agora aparece no corpo de Beyoncé, no cartaz da turnê I am…, que acaba de passar pelo Brasil:

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Como curiosidade, vale ver o trecho do desfile de 1992 que apresentou a roupa-motocicleta de Mugler ao mundo:

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E agora, vamos relembrar o clipe de Too funky, dirigido por Thierry Mugler para George Michael e estrelado por Linda Evangelista, Tyra Banks, Julie Newmar, Rossy de Palma e outras mulheres marcantes:

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