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Posts Tagged ‘capas de revista’

Dia desses, fuxicando no arquivo da revista Esquire, fiquei admirado com a beleza de suas capas antigas. Mostro abaixo as que considero as mais bonitas dos anos 1950, época em que a capa da revista era quase sempre a ilustração de uma bela mulher, com um onipresente mascote masculino. Repare na sensualidade, nas cores vibrantes, na elegância, no glamour. Note também os toques inovadores, como a ousadia de mostrar uma pessoa de costas, a sacação de exibir uma imagem refletida na parte interna da lente dos óculos escuros, os grafismos e a exploração de ângulos menos óbvios das pin-ups. Tudo isso na década de 50.

1950julhojulho de 1950

 

1952abrilElizabeth Taylor, abril de 1952

 

1952julhojulho de 1952

 

1953fevereirofevereiro de 1953

 

1953-agostoagosto de 1953

 

1954fevereirofevereiro de 1954

 

1954julhojulho de 1954

 

1954dezembrodezembro de 1954

 

1955abrilabril de 1955

 

1955julhojulho de 1955

 

1955agostoagosto de 1955

 

1955novembronovembro de 1955

 

1956fevereirofevereiro de 1956

 

1956julhojulho de 1956

 

1956setembrosetembro de 1956

 

1957junhojunho de 1957

 

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Em 2005, a Sociedade Americana dos Editores de Revistas (ASME, na sigla em inglês) fez uma lista daquelas que seriam as 40 melhores capas de revista norte-americanas editadas desde 1965. Mostro aqui algumas delas. Para ver todas, é só ir no site da American Society of Magazine Editors.

 

1. RollingStone (22/01/1981) – A linda foto de John Lennon e Yoko Ono foi feita pela fotógrafa Annie Leibovitz algumas horas antes de o cantor ser assassinado. A imagem acabou sendo usada de uma forma que não era a pretendida: como capa de uma edição em homenagem póstuma ao ex-beatle.

 

2. Vanity Fair (agosto/1991) – O que uma boa capa não é capaz de fazer? Esta, também fotografada pela incrível Annie Leibovitz, fez mais por Demi Moore do que o filme Ghost. Sua foto nua e grávida teve tanta repercussão que não seria exagero dizer que essa capa da Vanity Fair ajudou a alçar a atriz ao primeiro time de Hollywood, status que levou um bom tempo para ser perdido.

 

3. Esquire (abril/1968) – Uma capa polêmica para um assunto polêmico. O pugilista Muhammad Ali (Cassius Clay) havia se recusado a servir ao Exército americano – o que é contra a lei – em plena Guerra do Vietnã, por questões religiosas. Como represália, ele foi impedido de lutar e perdeu seus títulos de campeão. Esta capa da Esquire, idealizada pelo designer George Lois, expunha o lutador flechado como São Sebastião, santo que, além de ser padroeiro dos atletas, morreu por ter se mantido fiel a sua crença. Imagine o tamanho do escândalo nos anos 1960: uma revista de prestígio defendia a deserção do Exército mostrando em sua capa um negro muçulmano que imitava um santo católico!

 

5. Esquire (maio/1969) – O artista plástico Andy Warhol topou aparecer numa capa irônica, que alardeava um suposto declínio da arte de vanguarda nos EUA. Representante máximo da vanguardista pop art, Warhol aparece afundando numa lata de sopa Campbell, um dos mais famosos ícones de sua obra. De quebra, o artista ainda se mostrava totalmente despido do glamour que sempre o cercou no mundo dos ricos e famosos. A direção de arte também é de George Lois.

 

6. The New Yorker (24/09/2001) – A capa parece totalmente vazia, exceto pela logo, mas repare bem: a silhueta das torres gêmeas do World Trade Center está lá. É como se, mesmo no vazio, elas continuassem sendo vistas, como um fantasma ou uma memória que não se consegue deixar para trás. A revista saiu poucos dias após a destruição dos prédios. O trabalho é de Art Spiegelman, inspirado na obra de Ad Reinhardt e editado por Farnoise Mouly.

 

7. National Lampoon (janeiro/1973) – Esta é a capa mais famosa da lendária revista de humor. A chamada diz: “Se você não comprar esta revista, nós vamos matar este cachorro”. Foto de Ronald G. Harris.

 

8. Esquire (outubro/1966) – Esta capa vai contra a idéia de que uma imagem vale mais que mil palavras. A reportagem em questão tinha 33 mil palavras, a mais longa da história da Esquire, e ajudou a mudar a opinião pública americana em relação à Guerra do Vietnã. A matéria, escrita por John Sack, é um dos marcos do New Journalism (novo jornalismo). A chamada diz: “Oh, meu Deus, nós acertamos uma garotinha.”

 

10. National Geographic (junho/1985) – A foto, feita por Steve McCurry, é uma das mais famosas de todos os tempos. Ela mostra o medo estampado nos incríveis olhos azuis de uma menina de 12 anos, refugiada que vivia em condições miseráveis num campo na fronteira do Afeganistão com o Paquistão. Na época, a União Soviética guerreava contra o Afeganistão, que era apoiado pelos EUA. Como se sabe, o feitiço virou contra o feiticeiro em 11 de setembro de 2001.

 

11. Life (30/04/1965) – Antes da publicação dessa edição da Life, repleta de fotos impressionantes feitas por Linnart Nilssons, o mundo não sabia exatamente como era um feto dentro de um útero. O que aparece na capa tinha 18 semanas de gestação. As discussões pró e contra o aborto nunca mais foram as mesmas. O livro de Nilssons com esta e outras fotos vendeu oito milhões de exemplares em apenas quatro dias.

 

12. Time (08/04/1966) – “Deus está morto?” É a pergunta feita pela Time numa capa sem foto ou ilustração alguma. Na reportagem, diversos estudiosos e teólogos anunciavam a ausência de Deus na vida das pessoas e a morte da religião. Imagine a reação dos leitores americanos.

 

13. Life Edição Especial (1969) – Esta edição histórica mostrava e contava tudo sobre a chegada da Apollo 11 na Lua. Na capa, o astronauta Buzz Aldrin, fotografado pelo colega Neil Armstrong. A revista traz imagens que marcaram a história da Humanidade e influenciaram a cultura.

 

15. Harper’s Bazaar (abril/1965) – Esta capa, que mostra a modelo Jean Shrimpton usando um simulacro de capacete espacial cor-de-rosa, foi fotografada por Richard Avedon e é um dos ícones dos anos 1960.

 

16. The Economist (10-16/09/1994) – Quem poderia imaginar que algum dia a mais renomada revista especializada em economia traria em sua capa uma foto de dois camelos em plena cópula? Foi a imagem que The Economist escolheu para alardear sua matéria sobre o lado ruim da fusão entre empresas.

 

17. Time (21/06/1968) – A ilustração é de Roy Lichtenstein. Um revólver fumegante apontado para o leitor alertava para a necessidade urgente de regulamentar a compra e a venda de armas nos EUA. Martin Luther King e Robert Kennedy tinham acabado de ser assassinados. Até aquele momento, por incrível que pareça, nenhuma lei americana impedia que armas fossem compradas por menores de idade, deficientes mentais ou criminosos. O Congresso mudou isso naquele mesmo ano.

 

20. Blue (outubro/1997) – Esta capa é um clássico do designer David Carson, feita para a edição inaugural da revista Blue, voltada para pessoas com espírito de aventura.

 

21. Life (26/11/1965) – “A dura realidade da Guerra do Vietnã”. Com essa chamada e a foto de um prisioneiro vietcongue vendado e amordaçado, a revista Life ajudou a mostrar aos americanos que aquela guerra não era exatamente como todos pensavam. A foto foi feita por Paul Schutzers.

 

24. Interview (dezembro/1972) – Esta edição de Natal da Interview trazia Andy Warhol, fundador da revista, fotografando a modelo (e futura cantora) Grace Jones.

 

25. Time (14/09/2001) – Outra grande capa sobre os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. A capa da Time, com fotografia de Lyle Owerkoof, não precisava de chamada. Era impossível alguém nos EUA não saber do que se tratava.

 

29. Playboy (outubro/1971) – Fundada em 1953, a revista Playboy esperou até 1971 para estampar uma mulher negra em sua capa pela primeira vez. A escolhida foi Darine Stern, fotografada por Richard Fegley numa cadeira com o formato do coelhinho símbolo da publicação.

 

29. Fortune (01/10/2001) – O 11 de Setembro rendeu várias ótimas capas. Outra delas foi esta da Fortune sobre as conseqüências financeiras do ataque terrorista. A foto, que mostra um executivo sobrevivente da queda das torres gêmeas, é uma das mais famosas da tragédia.

 

36. People (15/09/1997) – Esta foi a última das 52 capas que a revista People dedicou à princesa Diana ao longo de sua existência. A ex-mulher de Charles era garantia de vendas para a publicação, especializada em bisbilhotar a vida de celebridades. Foi nessa roda-viva que Diana morreu, e a People explorou sua imagem pela última vez com uma capa bastante elegante, fora de seus padrões.

 

37. National Geographic (outubro/1978) – Mais impressionante do que ver um gorila empunhando uma câmera fotográfica na capa de uma revista é descobrir que tal foto é, na verdade, um auto-retrato, feito pelo próprio animal diante de um espelho e com ótima qualidade técnica. A reportagem de capa tratava de recentes descobertas sobre a capacidade lingüística dos gorilas.

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fabioassuncaoveja
Na semana passada, a TV Globo divulgou comunicado oficial informando o afastamento do ator Fábio Assunção, então protagonista da novela Negócio da China. Sempre que abordado sobre isso, Fábio prefere não falar, por se tratar de assunto pessoal. É um direito dele. Suas únicas palavras foram estas:

Em respeito ao enorme público que acompanha a minha trajetória profissional, aos colegas que tanto prezo e a imprensa, informo que, por motivo de saúde, deixo por prazo indeterminado a novela Negócio da China.

Meu carinho a todos e meu pedido que respeitem esse momento de luta, preservando minha família.

Que Deus ilumine meus passos na minha recuperação e com a confiança de que o mais breve possível estarei de volta para esse público que tanto amor me dá.

E eis que neste domingo chega às bancas a revista Veja com o ator na capa e a seguinte chamada: “A luta pela vida – O drama do ator Fábio Assunção para se livrar da cocaína é um alerta aos que minimizam o poder destruidor das drogas”. Na minha opinião, esta é uma das capas mais infelizes de uma revista que tem décadas de tradição em capas infelizes.

Se Fábio Assunção é mesmo viciado em cocaína – como tanto se especula – e está morrendo – como a chamada da capa sugere -, isso é um problema (gravíssimo) dele. E se ele não quer falar no assunto, ou não quer que sua família e seus amigos saibam, ou prefere esconder isso do público, ele tem esse direito. E merece ser respeitado, uma vez que Fábio nunca propagandeou o uso de drogas ou qualquer outro estilo de vida destrutivo, o que poderia influenciar negativamente uma quantidade imensa de pessoas.

A reportagem da Veja diz:

Fábio está longe de ser um encrenqueiro ou de fazer o marketing do vício, como a cantora inglesa Amy Winehouse. Não se pode dizer, no entanto, que não tenha responsabilidade sobre seus atos. Para o imenso público cuja admiração ele conquistou, sua recuperação pode ser um poderoso símbolo de vitória contra o vício.

Sim, a revista está certa, mas está errada em acreditar que tem o direito de chamar Fábio Assunção à responsabilidade e de expô-lo dessa forma. Cabe a ele decidir como lidar com seus problemas. A revista se mostra bem-intencionada, preocupada com suas dezenas de milhares de leitores, mas parece não ter se preocupado em dar um exemplo de ética, valor fundamental para uma publicação de tão grande alcance.

A matéria fala muito mais de Fábio Assunção do que do problema de saúde pública representado pelas drogas. Explorou-se mais o famoso do que o assunto. Não é à toa que não há uma única declaração do ator ou de seus familiares na matéria. Há, sim, uma declaração de Cláudia Abreu, ex-mulher de Fábio, mas, pelo que conheço dela e da revista, desconfio que a atriz não fazia idéia de que estava dando um depoimento para uma matéria de capa sobre a suposta luta de Fábio contra a cocaína.

Aproveito para relembrar algumas das piores capas da Veja:

1974-05-2929/05/1974: A fixação da revista por matérias sobre emagrecimento e boa forma é antiga. Esta, em seu aspecto gráfico, é de especial mau gosto. Não fosse pela chamada, “Tudo para emagrecer”, qualquer um pensaria se tratar de um crime horroroso.

 

1982-01-2727/01/1982: A morte precoce e inesperada de Elis Regina causou comoção na época, mas não motivou a revista a falar da perda da maior cantora do Brasil, e sim da “tragédia da cocaína”. A imensa perda cultural ficou em segundo plano, se tanto.

 

1988-03-23a23/03/1988: A revista sempre apoiou a direita, mas caprichou nessa capa histórica que ajudou a construir a imagem de Fernando Collor de Mello como um mítico caçador de marajás, exemplo solitário e grandioso de político honesto. Deu no que deu. Mas, verdade seja dita: Veja não estava sozinha nessa – a grande imprensa apoiou Collor em peso.

 

1989-04-2626/04/1989: O cantor Cazuza ficou tão transtornado com esta capa da Veja, que chegou a ser hospitalizado. A entrevista que ele dera à revista foi usada de forma reprovável. Na capa, um Cazuza assustadoramente cadavérico ilustrava a sensacionalista chamada “Uma vítima da aids agoniza em praça pública”. A abertura da matéria decretava sua morte: “O mundo de Cazuza está se acabando com estrondo e sem lamúrias. Primeiro ídolo popular a admitir que está com Aids, a letal síndrome da imunodeficiência adquirida, o roqueiro carioca nascido há 31 anos com o nome de Agenor de Miranda Araújo Neto definha um pouco a cada dia rumo ao fim inexorável. Mas o cantor dos versos ‘Senhoras e senhores / Trago boas novas / Eu vi a cara da morte / E ela estava viva’ faz questão de morrer em público, sem esconder o que está se lhe passando.” A repórter Angela Abreu, uma das responsáveis pela entrevista, se demitiu ao ver o que fora feito de sua apuração (na Veja, as matérias não são escritas por quem as apura, mas por redatores que recebem a apuração já pronta).

 

1993-09-1515/09/1993: A revista gosta de brincar com obras de arte clássicas para ilustrar toda variedade de assuntos em suas capas. Geralmente, o resultado é sofrível. Este Pensador de terno e maleta é apenas um exemplo, de fazer Rodin revirar no túmulo.

 

1994-08-1717/08/1994: Fernando Henrique Cardoso foi eleito presidente do Brasil pela primeira vez em outubro de 1994. No entanto, dois meses antes, a revista já o elegera em matéria de capa um tanto antecipada: “A infância de um vencedor – Como viveu até a adolescência o próximo presidente do Brasil”. Coisa feia de se fazer.

 

1996-03-1313/03/1996: Quando os Mamonas Assassinas morreram todos juntos em um acidente de avião, a revista publicou esta capa: “A injustiça da morte no auge”. Se foi acidente, de que injustiça a Veja estava falando? Injustiça divina? Do destino? Quem teria sido injusto, afinal?

 

1996-04-2424/04/1996: Foi acertado falar do massacre de Eldorado dos Carajás, uma carnificina que jamais deveria se repetir. Mas foi um bocado desnecessário estampar a capa com a foto de um cadáver ensangüentado, tão de perto. Talvez a intenção fosse chamar atenção para um crime grave ou obrigar o povo a encarar a realidade. Mas há maneiras mais respeitosas e eficazes (e difíceis) de fazer isso.

 

1997-09-1717/09/1997: “Eu fiz aborto”. Para ilustrar essa chamada, não sei o que foi mais inadequado: se os rostos felizes e sorridentes de algumas famosas, ou se as feições culpadas de outras.

 

2002-01-1919/01/2002: Com a morte de Cássia Eller, o assunto é, mais uma vez, o terror das drogas, não a grande e precoce perda de um talento que faria muita falta.

 

2005-04-0606/04/2005: A morte de João Paulo II foi ilustrada com uma horrenda e desnecessária expressão de dor do papa. A grandeza ficou só no título.

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O humorista Otacílio d’Assunção, mais conhecido como Ota, está há 34 anos à frente da edição brasileira da revista Mad. Agora, ele chutou o balde: não apenas decidiu abandonar a revista, como também anunciou que vai leiloar toda sua coleção, composta não apenas dos exemplares da publicação, mas também de diversos itens raros ou exclusivos relacionados ao mascote da Mad, Alfred E. Neuman. Ota diz que precisa se desfazer de tudo para poder exorcizar o fantasma da Mad.

A edição brasileira, publicada desde 1974, poderia ser mera cópia da original americana, mas Ota sempre adaptou a revista à realidade do país, parodiando a cultura, o esporte e a política brasileiras.  Nesses 34 anos, não houve fenômeno cultural no Brasil que não tenha sido ironizado pela Mad: novelas de sucesso, filmes badalados, desenhos animados, histórias em quadrinhos, séries de TV, celebridades comentadas. Suas centenas de capas são um inventário pop. Se quiser ver todas elas, clique aqui. Ou apenas dê uma olhada na seleção abaixo, com 35 capas que resumem mais de três décadas de cultura pop:

O Poderoso Chefão 2, outubro de 1975

 

Tubarão, fevereiro de 1976

 

Estúpido Cupido,janeiro de 1977

 

Dona Flor e seus Dois Maridos, fevereiro de 1977

 

A Turma da Mônica, abril de 1977

 

Os Trapalhões, maio de 1977

 

Sítio do Picapau Amarelo, agosto de 1977

 

As Panteras, setembro de 1977

 

Fantasma, fevereiro de 1978

 

Guerra nas Estrelas, março de 1978

 

Os Embalos de Sábado à Noite, setembro de 1978

 

Laranja Mecânica, outubro de 1978

 

Dancin’ Days, dezembro de 1978

 

Gabriela, abril de 1979

 

Pai Herói, junho de 1979

 

Malu Mulher, agosto de 1979

 

Carga Pesada, novembro de 1979

 

O Bem Amado, setembro de 1980

 

Cubo Mágico, outubro de 1981

 

ET, janeiro de 1983

 

Menudo, março de 1985

 

Videogames, julho de 1985

 

Roque Santeiro, dezembro de 1985

 

Top Gun, outubro de 1986

 

Michael Jackson, abril de 1988

 

Que Rei Sou Eu?, julho de 1989

 

Madonna e o livro Sex, janeiro de 1993

 

Daniela Mercury e a axé music, março de 1993

 

Wolverine e os X-Men, maio de 1994

 

Bispo Edir Macedo e os Mamonas Assassinas, março de 1996

 

Carla Perez e É o Tchan!, abril de 1997

 

Xuxa, Sasha e Luciano Szfair, julho de 1998

 

Teletubbies, junho de 1999

 

Ana Maria Braga e o Louro José, maio de 2000

 

Bob Esponja, janeiro de 2005

 

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