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Posts Tagged ‘Batman’

Tocha Humana usando suas chamas para decorar a árvore de Natal? Capitão Marvel bancando a rena pro Papai Noel? Hulk e os Transformers fantasiados de Bom Velhinho? Wolverine usando suas garras de adamantium pra sair de dentro de uma enorme caixa de presente? Disco de contos de Natal do Homem de 6 Milhões de Dólares? Mulher Maravilha toda excitadinha com as comemorações natalinas?

Sim! Por que não? Dê uma olhada nestas 15 capas antigas de discos e revistas de histórias em quadrinhos:















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DO BAÚ: Bat-elefante

batman

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Se eles existissem de verdade e estivessem à venda nas lojas, seria uma felicidade. Ou uma loucura. Ou um fracasso. Depende. Na ficção, há bolsas, relógios, sapatos, chapéus, cintos e joias absolutamente incomuns e poderosos. Listo aqui os mais famosos. Como seria se pudéssemos ter esses acessórios maravilhosos? 

 

OS BRACELETES DA MULHER MARAVILHA

Os braceletes da Mulher MaravilhaNão são apenas estilosos, são também indestrutíveis. Não tem tiro ou raio que os destrua, o que faz deles verdadeiros escudos. Porém, na vida real, eles provavelmente só serviriam como enfeite mesmo. Afinal de contas, os braceletes não viriam com a agilidade da Mulher Maravilha, tão hábil em rebater os ataques dos seus inimigos. Em tempos de bala perdida, nem esses braceletes dariam jeito.

 

A BOLSA E O GUARDA-CHUVA DA MARY POPPINS

mary poppinsEssa bolsa faria o maior sucesso em qualquer cor ou modelo, pois ela tem fundo infinito. Cabe tudo ao mesmo tempo ali dentro! Deve dar até pra morar na bolsa. Mas imagine quantos ladrões usariam a bolsa pra furtar desvairadamente as mercadorias das mais diversas lojas! Tem gente que surrupia objetos pequenos, mas, com essa bolsa, dá pra levar objetos enormes “na encolha”. Imagine também a dificuldade que seria revistar uma bolsa assim… Já o guarda-chuva da Mary Poppins, capaz de alçar voo, exigiria braços malhados para sustentar o peso do corpo inteiro.

 

A BOLSA AMARELA DE RAQUEL

A bolsa Amarela de RaquelEsta bolsa, inventada pela escritora Lygia Bojunga, oferece uma facilidade que a bolsa de Mary Poppins não tem: nela cabem todas as vontades de uma pessoa, que podem ficar guardadinhas em segurança, na impossibilidade de serem satisfeitas. No livro, a personagem Raquel a usa da seguinte maneira: sob um zíper, ela esconde a vontade de ser gente grande; sob outro, a vontade de escrever; e dentro de um bolso de botão, ela guarda a vontade de ter nascido menino. Se existisse uma bolsa assim à venda, talvez uma única compra (esta!) substituísse sessões e mais sessões de terapia.

 

MANTO DA INVISIBILIDADE DE HARRY POTTER

Manto da invisibilidade de Harry PotterO chato está chegando? Não fuja, apenas fique invisível! Seria uma boa, mas, com certeza, a maioria das pessoas usaria o manto para bisbilhotar a vida alheia. E muita gente aproveitaria a facilidade para cometer crimes.

 

OS GADGETS DE JAMES BOND

James Bond e QNa série de filmes (e livros) do agente 007, o personagem Q é um velhinho genial que inventa os mais interessantes acessórios para James Bond. Grande parte deles era futurista em seu tempo, mas ficou obsoleta ou banal, como o relógio com tela de cristal líquido, os óculos com microcâmera embutida e a caneta com gravador de voz. Os demais acessórios são armas perigosas, caso da caneta que dispara tiros, do sapato com lâminas na ponta e da cigarreira explosiva. Mas ainda tem coisa que se salva, como os óculos com raio-x. Enfim, nada para o público comum.

 

O SAPATINHO DE CRISTAL DA CINDERELLA

Sapatinho de cristal da CinderelaNa prática, ele seria desconfortável, frágil e perigoso. Porém, se realmente ajudasse a mulherada a encontrar seu príncipe encantado, sim, elas pagariam qualquer dinheiro por um par de sapatos duros que quebrassem à toa.

 

OS SAPATOS VERMELHOS DE DOROTHY

Os sapatinhos vermelhos da DorothyEm O Mágico de Oz, romance de 1900, o escritor L. Frank Baum criou um par de sapatinhos prateados que são capazes de levar qualquer pessoa a qualquer lugar, para sorte da menina Dorothy. Isso deve ser melhor do que GPS, mas é de um tempo em que as pessoas caminhavam mais, quando ninguém tinha carro. Esses sapatos são mais conhecidos na cor vermelha, como eles apareceram no filme de 1939 – afinal, era preciso explorar ao máximo o Technicolor, novíssimo recurso do cinema.

 

O GORRO DO SACI PERERÊ

O gorro do Saci PererêDiz a lenda que se você conseguir roubar o gorro (ou touca) do Saci, ele vira seu escravo, faz qualquer coisa pra conseguir obter seu acessório de volta. Ou seja: é uma questão pessoal, não adiantaria nada comprar um gorro igualzinho ao do Saci. Se o personagem fosse real, ele estaria em maus lençois. Ou você acha que alguém roubaria o gorro do Saci para obrigá-lo a fazer uma boa ação?

 

VARINHA DE CONDÃO

Fada Madrinha e a vara de condãoEste acessório é um clássico, quase tão antigo quanto a civilização. Diversos magos, bruxas e fadas têm a sua, desde que existe ficção. Na Odisseia, de Homero, já aparecia uma. Ou seja: ela é cobiçada desde o século VIII a.C. Mas a verdade é que a vara de condão não serve de nada se seu detentor não tiver poderes mágicos ou, ao menos, um bom conhecimento de magia.

 

O ANEL DO PODER

Frodo e o anelEm O Senhor dos Anéis, história criada por J. R. R. Tolkien em 1937, um anel é capaz de dar poder ilimitado sobre todas as coisas. Não por acaso, existe uma busca milenar pelo acessório. Detalhe: quando você põe o anel no dedo, você enxerga uma outra realidade, mais ou menos como uma viagem de ácido instantânea e sem danos à saúde (Frodo que o diga). Só que esse anel só funciona na Terra Média, e não é lá que vivemos.

 

O SAPATOFONE DO AGENTE 86

O sapatofone do Agnte 86Ele é de uma época (1965) em que ninguém se importaria de ficar descalço para falar ao telefone, desde que fosse seu próprio telefone portátil e sem fio, que funcionasse em qualquer lugar. Celular, naquele tempo, era ficção científica. Embora fosse uma piada, o sapatofone certamente faria o maior sucesso se existisse de verdade nos anos 60. Hoje, porém, ele encalharia nas lojas.

 

O BAT-CINTO DE UTILIDADES DO BATMAN

batbeltCriado em 1939, este é o acessório mais versátil, famoso e, talvez, cobiçado de todos da ficção. Tem de tudo nele: cápsulas de gás paralisante, antídotos contra venenos, aquecimento, cordas de náilon, microcâmera, bombas de fumaça, o escambau! Ao longo dos últimos 70 anos, Batman o usou em vários modelos. Nada mais fashion e útil. Se existisse de verdade, o mundo estaria livre das pochetes.

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O Dia dos Namorados foi ontem, e esta lista era para ontem, mas só tive tempo de publicar hoje. Aliás, passei um bom tempo sem publicar nada porque estava viajando de férias, mas agora o blog volta ao normal.

1. Le Baiser, de Auguste Rodin (1889):

rodin

Uma das esculturas mais conhecidas e admiradas de todos os tempos tem um nome bastante simples: O beijo. Porém, tão complexa quanto a sua forma é a sua história. Originalmente, este clássico de Rodin se chamava Francesca da Rimini, nome de uma nobre italiana do século 13 que é citada em outro clássico, A divina comédia, de Dante Alighieri. Ela foi uma mulher que se apaixonou pelo cunhado mais novo, Paolo Malatesta, com quem manteve um romance secreto embalado pela leitura da história de amor de Guinevere e Lancelot – esposa e chefe da cavalaria do lendário rei Arthur, respectivamente. Até que um dia, na iminência de um beijo, o casal é flagrado e assassinado pelo marido traído, Giovanni Malatesta. Por isso que, na escultura, os lábios do casal não se tocam, estão apenas “quase lá”, para representar o último instante de amor e felicidade dos personagens, que realmente existiram. A escultura fora criada para integrar Os portais do inferno, obra monumental de Rodin inspirada no texto de Dante.

 

2. V-J Day in Times Square, de Alfred Eisenstadt (1945):

Alfred Eisenstadt

No dia 14 de agosto de 1945, quando foi noticiada a rendição do Japão aos EUA, o mundo entrou em festa. Era o fim da Segunda Guerra Mundial. Em Times Square, local mais movimentado de Nova York, um marinheiro americano comemorava a vitória de forma peculiar: beijando toda e qualquer mulher que passasse pela sua frente. O beijo que ele deu em uma enfermeira foi eternizado pelo fotógrafo Alfred Eisenstadt, publicado pela revista Life e transformado em ícone através dos tempos.

 

3. Burt Lancaster e Deborah Kerr em A um passo da eternidade (1953):

burt_lancaster_and_deborah_kerr

Na categoria “beijos de tirar o fôlego”, o cinema não produziu nenhum que superasse este dos personagens Milton Warden e Karen Holmes. O beijo extraconjugal da mocinha é uma apoteose de desejo e sensualidade, mais intenso e erótico do que qualquer cena de sexo. Em êxtase, Karen diz: “Nunca pensei que pudesse ser assim! Ninguém jamais me beijou do jeito que você me beija!” Um clássico do diretor Fred Zinnemann. Veja o vídeo!

 

4. A Dama e o Vagabundo (1955):

dama e vagabundo

É desenho animado, são dois cães comendo espaguete, mas é um beijo icônico, sinônimo de romantismo, imitado e reverenciado há mais de 50 anos. A canção Bella notte embala esta que é uma das mais famosas cenas produzidas pelos estúdios Disney. Veja o vídeo!

 

5. Tobey Maguire e Kirsten Dunst em Homem-Aranha (2002):

Spider-Man_kiss

Os melhores beijos do cinema estão nos blockbusters. E este aqui é um dos mais sensuais e incomuns dos últimos tempos. É o beijo que a mocinha Mary Jane dá no Homem-Aranha, este de cabeça para baixo, no meio da chuva. O super-herói permite que ela tire sua máscara parcialmente, apenas o bastante para beijá-lo pela primeira vez. Mas, quando ela faz menção de tirá-la completamente, ele recua, sem coragem de revelar a ela sua identidade secreta: Peter Parker, amigo tímido que mantém uma paixão platônica por ela. Filme de Sam Raimi. Veja o vídeo!

 

6. Michelle Pfeiffer e Michael Keaton em Batman – O retorno (1992):

batman mulher-gato beijo

Batman é um personagem meio sem sal. E Michael Keaton foi o mais insosso dos Batmans. Mas o ator teve a sorte de contracenar com Michelle Pfeiffer neste filme de Tim Burton, e é graças a ela que ele pode dizer que protagoniza uma cena memorável: o “beijo de gata” da Mulher Gato. A vilã, mulher fatal egressa dos quadrinhos que mantém uma mal resolvida relação de tesão e ódio com o herói, domina o filme, em especial esta cena de sedução. Veja o vídeo!

 

7. O beijo do príncipe na Branca de Neve (1937):

branca de neve beijo príncipe

No conto de fadas original, que existe há pelo menos 300 anos, não é o beijo de um príncipe que desperta Branca de Neve do sono eterno, ocasionado por uma maçã envenenada que lhe fora oferecida por sua madrasta invejosa. O detalhe do beijo só passou a existir no filme da Disney, Branca de Neve e os sete anões, tomado emprestado de outra história europeia ainda mais antiga, A bela adormecida. Há mais de 70 anos que este beijo em desenho animado faz mocinhas suspirarem de emoção e feministas bufarem de raiva. Afinal, a vida da personagem depende do amor de um homem, qualquer que seja. Veja o vídeo!

 

8. Califórnia, de Elliott Erwitt (1955):

eliot erwitt

Namorar dentro do carro, de frente para o mar, é uma cena que só começou a se tornar comum nos anos 1950, quando os automóveis começaram a ser mais acessíveis e o comportamento sexual, mais permissivo. Por isso que esta foto de Elliott Erwitt é tão representativa da época. E continua linda até hoje.

 

9. O beijo do soldado:

beijo do soldado no trem

Não sei de quem é esta foto nem de que ano ela é. Mas deve ser dos anos 40. Muitas fotos daquela época mostram soldados e moças se despedindo ou se reencontrando em estações de trem. Esta é minha favorita. Pela descontração dos personagens, talvez o soldado estivesse retornando da guerra, de volta aos lábios e braços de sua amada. Ou talvez ela fosse apenas uma aventura que durou somente o tempo da rápida passagem dele pela cidade. De certa maneira, esta imagem mostra a diferença entre homens e mulheres.

 

10. Kiss of life, de Rocco Morabito (1968):

rocco morabito
Por falta de informação, muitas pessoas consideram esta foto um ícone gay, imaginando que são dois trabalhadores másculos rendendo-se à paixão enquanto fazem algum conserto em um poste. Na verdade, a foto mostra um momento dramático: o aprendiz de uma companhia elétrica (J. D. Thompson) usando respiração boca-a-boca para salvar a vida de outro (R. G. Champion), que perdera os sentidos após receber uma forte descarga elétrica por acidente. É fotojornalismo puro, uma imagem ganhadora do prêmio Pullitzer e que ajudou a divulgar a importância desse método de socorro – geralmente alvo de piadas e preconceito – uma vez que Champion saiu vivo daquela situação.

 

ATUALIZAÇÃO – 18/06/2009:

Le baiser de l’Hôtel de Ville, de Robert Doisneau (1950)

doisneau - beijo

Por alguma razão insondável, eu me esqueci de incluir este famoso beijo nesta lista. Ele é obrigatório, e por isso o incluo posteriormente. É uma fotografia clássica, famosíssima. Por décadas, foi alimentada a ideia de que se tratava de um flagrante romântico, um instante de sorte do fotógrafo, que conseguira registrar um beijo tão bonito nas ruas de Paris. Porém, em 1993, quando o casal de “espertinhos” Denise e Jean-Louis Lavergne processaram Doisneau por tê-los fotografado sem autorização nesta imagem, o fotógrafo se viu obrigado a revelar que aquele beijo foi, na verdade, posado, tendo dois modelos contratados só para isso: Françoise Bornet e Jacques Carteaud. Françoise, inclusive, recebeu uma impressão original da foto como parte do pagamento pelo trabalho, impressão essa que ela vendeu por 155 mil euros em 2005, em um leilão.

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A evolução da marca do Batman

Você já se deu conta da quantidade de vezes que o símbolo do Homem-Morcego mudou?

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lilyallenqmagazine

LILY ALLEN posa com panteras na capa da Q. (via Teco Apple)

BATMAN, O CAVALEIRO DAS TREVAS e sua campanha de marketing genial: veja o vídeo que documenta o sucesso dessa ação hiper bem-sucedida, que conquistou a participação de 10 milhões de pessoas. (via Brainstorm #9)

FAITH NO MORE está de volta à ativa. (via RollingStone)

chrisisaakCHRIS ISAAK agora tem um talk show, o The Chris Isaak Hour. Seus primeiros convidados: Smashing Pumpkins, Stevie Nicks, Yusuf Islam (ex-Cat Stevens), Chicago, Michael Bublé e Trisha Yearwood. (via RollingStone)

MGMT pensa em processar o partido do presidente da França, Nicolas Sarkozy. Eles usaram uma música da banda, Kids, em dois vídeos online, sem pedir nem pagar. Como o grupo reagiu, o partido ofereceu o pagamento simbólico e irritante de 1 euro. (via G1)

MUSE foi quem mais levou prêmios no NME Awards. Veja a lista completa dos ganhadores.

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Em 1966, quando Batman era febre pop no mundo, chegou o momento de o Homem-Morcego ser lançado no Japão. No entanto, concluiu-se que as histórias originais do herói mascarado não tinham tanto apelo assim para o público japonês. Então, foi concedido a uma revista nipônica o direito de adaptar os quadrinhos de Batman ao gosto dos meninos daquele país. E assim foi feito: durante um ano, Batman estrelou quadrinhos japoneses desenhados e roteirizados por Jiro Kuwata, quadrinista que pôs o morcegão para lutar contra monstros, dinossauros, zumbis, alienígenas e vilões radioativos. Somente agora, 42 anos depois, os mangás do personagem chegam ao Ocidente, traduzidos para o inglês no livro Bat-Manga!, de Chip Kidd, lançado esta semana nos EUA. Veja a capa do livro e algumas imagens das edições originais da revistinha:






[Via Boing Boing]

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